18 de janeiro de 2019

Carta para ele


"O mundo é muito cruel. Se deixarmos de acreditar no amor, porque gostaríamos de viver?"
Essa frase me inspirou durante anos. Acreditei nela. Acredito no amor e dei uma chance a ele. Mas como tudo na vida, ele também foi para longe de mim. Foi difícil tocar a semana depois do último beijo. O último abraço repleto de sentimentos bons e uma pitada de tristeza.
Me pergunto se talvez a culpada não seja eu. Por não ser tão aberta, por não demonstrar tão claramente a paixão que tenho por você. E as nossas promessas? E as juras de amor? Eu fui apenas um objeto com o qual você desfilava por aí? Eu realmente representei ao para você?
Mas talvez fôssemos apenas duas crianças que brigavam por atenção e sentíamos a necessidade de suprir uma carência, como quando se perde seu brinquedo favorito e no lugar dele, escolhe um brinquedo novo.
Me pergunto se ainda pensa em mim, como penso em você. Você sorri quando lembra de nossos momentos mais engraçados? Você tem um misto de emoções ao olhar uma foto nossa? Ainda guarda nossas fotos, com a esperança de um dia criar novas memórias comigo?
Talvez a resposta seja negativa, mas eu entendo. Não é fácil superar um grande amor, se é que um dia eu realmente fui o seu grande amor. Quero que saiba que guardo as melhores lembranças de todos os dias em que estivemos juntos.
Não quero te dizer adeus, ainda há uma chama de esperança acesa dentro de mim. Eu acredito na sua mudança, acredito na minha mudança. Talvez eu seja a única crédula.
Não é uma despedida, nossa história não acabou aqui, algo dentro de mim me diz isso. Mas se eu tivesse que dizer algo a você, seria que ainda te amo, você ainda é o meu anjo e que eu espero de coração que esteja bem.
Obrigada por me ensinar a amar e a ser amada.
 
Com amor, sua princesa.
3 de setembro de 2018

O Duque e Eu

Autora: Julia Quinn | Editora: Arqueiro | Páginas: 288  


 Sinopse: "Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas.
 Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível.
 É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga.
 A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta.
 Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida.
 Primeiro dos oito livros da série Os Bridgertons, O duque e eu é uma bela história sobre o poder do amor, contada com o senso de humor afiado e a sensibilidade que são marcas registradas de Julia Quinn, autora com 8 milhões de exemplares vendidos."

Eu precisei de alguns dias após a leitura desse livro para conseguir fazer uma resenha decente. Ele é tão magnifico, tão repleto de detalhes, de paixões, de sedução e de conflitos. Ele é totalmente eletrizante. Agora é oficial, Julia Quinn, você tem meu coração, ele ainda tá lá arrebatado no meio das páginas desse livro.

Uma história repleta de tiradas cômicas, momentos altruístas e romances improváveis. Só o prólogo já me mostrava que coisa boa vinha ai. Sim, gosto de um bom drama e a escritora soube como balancear isso ao longo do livro, sem deixar a narrativa cair na morbidez. 

Outro ponto relevante e que eu não poderia deixar passar: Os rapazes! Se você pensa que é homens são um bando de bobocas (sem ofensas meninos) é porque ainda não conheceram Antony, Benedict e Colin Bridgerton e Simon Basset. Eles são cativantes, protetores, cuidadosos, apaixonados e não existe nada de libertino neles. Se até as mocinhas da história babam por eles, porque nós não babaríamos, não é mesmo!? 

A respeito da quarta Bridgerton, Daphne é aquela personagem com quem me identifiquei bastante. Bem humorada, sabe o quer, sonha em ter uma família, porém não abaixa a cabeça para homem algum. Quando ela quer algo, corre atrás até conseguir e nem mesmo Lady Whistledown é capaz de pará-la.

E por falar na Lady colunista da época, não sei vocês, mas eu tenho aquele trauma pós Gossip Girl onde eu desconfio que até um cara possa ser a tal Lady fofoqueira. No primeiro livro você já pode levantar suspeitas, porém, a não ser que você seja Sherlock Holmes, não dá para ter certeza de muita coisa, pois fica vago demais. Mas no contexto geral, vale muito a pena para amantes de romances de época, pois não é um romance meloso e clichê, muito pelo contrário, chega a ser inovador. Recomendo a leitura, garanto que não irão se arrepender.

E terminamos aqui, entretanto juro que em breve eu volto haha
xoxo,
Até a próxima resenha!




20 de julho de 2018

Definição

Você sempre foi tão bem ao definir as palavras e conceitos que tinham por aí que eu me perguntava qual seria um que você não saberia explicar entre os tantos que existem.
Porém, um dia você definiu para mim o que era amor e no momento não questionei ou disse que minha opinião era diferente, mas você me falou que amar seria sequestrar a pessoa caso soubesse que ela iria morrer, que era afundar uma cidade inteira, arriscar a vida para levar essa pessoa a outro país ou que era morrer ou matar por ela e realmente naquele momento você não errou, apenas se esqueceu que você definiu um amor que não me deu.
No final, eu acredito que o amor seja perdoar a pessoa e não guardar máculas sobre o que passou, cuidar mesmo que o outro não mereça naquele momento, é apoiar até na pior das loucuras. Você definiu amor e eu também, entretanto, não definiu a gente.

- Marcele Lehmam

Melhor presente

Te conhecer foi o melhor presente que os céus me entregaram desde que nasci.
Desde que chegastes trouxestes vida, poema e cor para dentro de mim e teu cheiro virou meu aroma favorito, o som da tua voz a melhor melodia e teu toque o mais desejado pela minha alma.
Foi difícil acreditar que de uma brincadeira você se tornaria a minha pessoa, a pessoa pelo qual eu lutaria contra o mundo somente para viver o resto dos meus dias ao teu lado e cada momento que vivemos foram especiais, me fizeram crescer como ser humano e me mostraram o verdadeiro sentido do amor genuíno, aquele que não é preciso receber nada em troca porque a felicidade do outro te faz feliz e eu sou grata este e outros ensinamentos.
Acredito que o amor pode ser leve, fogo, estável e envolvente assim como é o que temos quando nos encontramos depois de dias afastados e o silêncio — escutando música ou as batidas do seu coração, me mostram o quão sortuda sou por ter te conhecido, aprendido com você e passado a sonhar e colorir meus dias com a tua ajuda.
Somente devo agradecer pelo que fomos, somos e seremos, juntos demonstrando que o maior presente que a vida pode nos dar é alguém em que possamos confiar e amar todos os dias.

- Marcele Lehmam

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