Autora: Julia Quinn | Editora: Arqueiro | Páginas: 288
Sinopse: "Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas.Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível.É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga.A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta.Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida.
Primeiro dos oito livros da série Os Bridgertons, O duque e eu é uma bela história sobre o poder do amor, contada com o senso de humor afiado e a sensibilidade que são marcas registradas de Julia Quinn, autora com 8 milhões de exemplares vendidos."
Eu
precisei de alguns dias após a leitura desse livro para conseguir fazer uma
resenha decente. Ele é tão magnifico, tão repleto de detalhes, de paixões, de sedução e de conflitos. Ele é totalmente eletrizante. Agora é oficial, Julia Quinn, você
tem meu coração, ele ainda tá lá arrebatado no meio das páginas desse
livro.
Uma história repleta de tiradas cômicas, momentos altruístas e romances improváveis. Só o prólogo já me mostrava que coisa boa vinha ai. Sim, gosto de um bom drama e a escritora soube como balancear isso ao longo do livro, sem deixar a narrativa cair na morbidez.
Outro ponto relevante e que eu não poderia deixar passar: Os rapazes! Se você pensa que é homens são um bando de bobocas (sem ofensas meninos) é porque ainda não conheceram Antony, Benedict e Colin Bridgerton e Simon Basset. Eles são cativantes, protetores, cuidadosos, apaixonados e não existe nada de libertino neles. Se até as mocinhas da história babam por eles, porque nós não babaríamos, não é mesmo!?
A respeito da quarta Bridgerton, Daphne é aquela personagem com quem me identifiquei bastante. Bem humorada, sabe o quer, sonha em ter uma família, porém não abaixa a cabeça para homem algum. Quando ela quer algo, corre atrás até conseguir e nem mesmo Lady Whistledown é capaz de pará-la.
E por falar na Lady colunista da época, não sei vocês, mas eu tenho aquele trauma pós Gossip Girl onde eu desconfio que até um cara possa ser a tal Lady fofoqueira. No primeiro livro você já pode levantar suspeitas, porém, a não ser que você seja Sherlock Holmes, não dá para ter certeza de muita coisa, pois fica vago demais. Mas no contexto geral, vale muito a pena para amantes de romances de época, pois não é um romance meloso e clichê, muito pelo contrário, chega a ser inovador. Recomendo a leitura, garanto que não irão se arrepender.
E terminamos aqui, entretanto juro que em breve eu volto haha
xoxo,
Até a próxima resenha!
Uma história repleta de tiradas cômicas, momentos altruístas e romances improváveis. Só o prólogo já me mostrava que coisa boa vinha ai. Sim, gosto de um bom drama e a escritora soube como balancear isso ao longo do livro, sem deixar a narrativa cair na morbidez.
Outro ponto relevante e que eu não poderia deixar passar: Os rapazes! Se você pensa que é homens são um bando de bobocas (sem ofensas meninos) é porque ainda não conheceram Antony, Benedict e Colin Bridgerton e Simon Basset. Eles são cativantes, protetores, cuidadosos, apaixonados e não existe nada de libertino neles. Se até as mocinhas da história babam por eles, porque nós não babaríamos, não é mesmo!?
A respeito da quarta Bridgerton, Daphne é aquela personagem com quem me identifiquei bastante. Bem humorada, sabe o quer, sonha em ter uma família, porém não abaixa a cabeça para homem algum. Quando ela quer algo, corre atrás até conseguir e nem mesmo Lady Whistledown é capaz de pará-la.
E por falar na Lady colunista da época, não sei vocês, mas eu tenho aquele trauma pós Gossip Girl onde eu desconfio que até um cara possa ser a tal Lady fofoqueira. No primeiro livro você já pode levantar suspeitas, porém, a não ser que você seja Sherlock Holmes, não dá para ter certeza de muita coisa, pois fica vago demais. Mas no contexto geral, vale muito a pena para amantes de romances de época, pois não é um romance meloso e clichê, muito pelo contrário, chega a ser inovador. Recomendo a leitura, garanto que não irão se arrepender.
E terminamos aqui, entretanto juro que em breve eu volto haha
xoxo,
Até a próxima resenha!

